Endividamento

O lado bom do cartão de crédito

Costumeiramente, o cartão de crédito é visto como um grande causador de transtornos no orçamento doméstico da maior parte dos seus usuários, como um verdadeiro vilão pronto a comprometer todas as finanças pessoais dos que o utilizam.

Críticas contumazes são feitas a este produto financeiro, qualificando-o como altamente negativo e ruim em todos os sentidos para as finanças pessoais.

Empréstimos a curto prazo

Muitas vezes surgem situações imprevistas na vida das pessoas que as levam a precisar de pedir um empréstimo a curto prazo. Se precisar de dinheiro num determinado momento para alguma emergência e não tiver nenhuma poupança a que possa recorrer, ou não quiser mexer nas suas poupanças, então fazer um crédito pessoal a curto prazo poderá ser uma excelente solução para o aliviar da crise momentânea. Na maioria dos casos de créditos pessoais a curto prazo, a pessoa pede o empréstimo a meio do mês com o intuito de o pagar no final do mês.

Cobranças Judiciais Entopem Tribunais

Os tribunais portugueses estão saturados pela cobrança judicial de dívidas, numa situação que se tem acentuado devido ao agravamento da situação económica. Dos 1,6 milhões de processos pendentes nos tribunais portugueses de todas as áreas, 1,1 milhões (69 por cento) são acções executivas para cobrança de dívidas. Os restantes 31 por cento representam todas as outras áreas da justiça: cível, penal, laboral, tutelar e militar.

Crédito malparado aumenta quatro milhões

Segundo o último boletim estatístico do Banco de Portugal hoje publicado, o crédito malparado atingiu 4,119 milhões de euros em Setembro. Ou seja mais 4 milhões de euros do que o valor registado no mês anterior.

No que respeita ao valor do crédito concedido às famílias, este aumentou 314 milhões em Setembro, para os 140.972 milhões de euros, face aos 140.658 milhões de euros em Agosto. A subida do crédito concedido atingiu todos os segmentos, com destaque para o crédito à habitação, que atingiu os 113.110 milhões de euros em Setembro. Ou seja, mais 271 milhões de euros do que em Agosto.

As soluções do Crédito Malparado

Quando se está a passar por dificuldades financeiras uma das primeiras medidas que se toma é tentar contactar a entidade onde se contraiu os créditos para renegociar o respectivo contrato de modo a ter uma prestação temporária ajustada à situação actual do cliente. Mas o inexplicável ( pelo menos eu não compreendo.. ) é que maioria das vezes e apesar de ser apresentado provas é muito raro alguma financeira ou banco aceitar uma renegociação de contratos inicialmente.

Não se percebe como é que um cliente onde contraiu o seu crédito naquela empresa se dirija à mesma a explicar e comprovar que de momento está a passar por dificuldades económicas por motivos A ou B e essa mesma entidade não estar disponível para ajudar a ultrapassar esse momento complicado.

Não tenho dúvidas que se por parte destas entidades existisse mais diálogo e compreensão para com os seus clientes elas próprias beneficiariam pois existia muito menos créditos incobráveis.Não é lógico não renegociar um contracto ou fasear a dívida das moras e deixar acumular o montante em dívida para depois ultimar o cliente para a totalidade do